Economía marxista para el Siglo XXI

Archivo para junio, 2015

Marxismo, cultura e educação

Portada del libro

Portada del libro

Marxismo, cultura e educação – Contribuições do VII Colóquio Internacional Marx e Engels.

Seu lançamento será realizado durante o VIII Colóquio Internacional Marx e Engels.

Interessados em adquirir um exemplar podem entrar em contato conosco através do e-mail: cemarx@unicamp.br

ïndice de la revista

ïndice de la revista

Video of the lecture for MOC, Brussels 9/6/2015

Stavros Mavroudeas Blog

This is the recording of the second part of the lecture I gave on the 9th of June 2015 to the Brussels branch of MOC.

I have to express my gratefulness to the translator who did an excellent job.

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Statement for the International anti-EU Forum of Left and Social Organisations, Athens 26-28 June 2015

Stavros Mavroudeas Blog

An International Forum (Athens 26-28/6/2015) for the establishment of a European Co-ordination of Left political parties, popular organisations and social movements fighting for exit from the European Union, the euro and NATO

http://antieu-forum.org/index.php

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Pueden pero quieren. Asusta la Unidad Popular / Pedro A. García Bilbao

Sociología crítica

En realidad, con todo esto que está pasando nos estamos jugando la supervivencia de la izquierda. La propuesta de A. Garzón es poco clara, IU Federal apoya la Unidad Popular pero no acaba de escapar a su debacle ideológica, ni a su claudicación de tantos años ante el régimen; han caído los perestroikos reciclados de Madrid tan queridos del PP y de la FSM, pero la purga no está siendo completa.

La propuesta de alianza con Podemos se hace sin firmeza, dejando que sea Podemos quien marque linea, salvo unas protestas poco convincentes del propio Garzón; en realidad a Podemos, es decir, a su núcleo mesiánico no les interesa converger con nadie, están ya en otra cosa. La República y el fin de la Impunidad del franquismo no afloran. En el documento federal de IU sobre unidad popular la palabra República no sale, y en la mascarada de la JER…

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Garzón ya tiene su Suresnes y el que se mueve no sale en la foto. ¿El principio del fin de IU? / Blog Elviejotopo

Sociología crítica

Garzón ya tiene su Suresnes y el que se mueve no sale en la foto. ¿El principio del fin de IU?
“El que se mueva, no sale en la foto”, versión 2.0

El consejo político de Izquierda Unida finalmente tomó la decisión que había anunciado. Por 113 votos a favor, 45 en contra y 3 abstenciones, acordó -hoy domingo, 14 de junio- desfederar a IUCM (izquierda Unidad de la Comunidad de Madrid). En la práctica esto significa que 5.000 militantes dejan de pertenecer a Izquierda Unida, es decir, son expulsados. Por mucho que se suavice la decisión diciendo que pueden solicitar de nuevo la afiliación, lo cierto es que de entrada significa la expulsión en masa. Pese a esto, el Coordinador General de IU de Aragón (lleva en el cargo desde 2002) y también diputado autonómico desde hace más de 12 años, Adolfo Barrena, tiraba de cinismo al declarar que…

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Nobody’s blinking

Michael Roberts Blog

In my last post on Greece
(https://thenextrecession.wordpress.com/2015/06/06/ten-minutes-past-midnight/),
I said it was ten minutes past midnight for the Greek government and the Eurogroup credit institutions in getting an agreement to release outstanding funds so that the Greeks can meet their obligations to repay the IMF and the ECB loans over the next few months.  Remember all these tortuous negotiations are not about ‘bailing out’ the Greek people but simply to avoid the Greeks defaulting on their government debts to the ‘Troika’ (the EU, the ECB and the IMF).  None of this money will go to improve or maintain real incomes, public services and pensions for Greeks.

As I write , with less than two weeks to go before the Greeks must make another payment to the IMF, there is a total impasse, with each side waiting for the other to blink and concede.  And nobody’s blinking.

Alexis Tsipras, the Greek…

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O capital [Livro II]

Crítica da economia política. Livro II: O processo de circulação do capital

Karl Marx

Coleção Marx e Engels

“A relação de capital durante o processo de produção só surge porque ela já existe, em si mesma, no ato de circulação…”
autorKarl Marx prefácio Michael Heinrich orelha Ricardo Antunes tradução Rubens Enderle
ano de publicação 2014 isbn 978-85-7559-390-5

Clássico originalmente publicado em 1885 na Alemanha, o volume é peça imprescindível para a compreensão plena do Livro I d’O capital e trata de forma abrangente do processo de circulação do capital, desde o consumo até a distribuição. Um dos pontos importantes examinados por Marx é a relação entre o tempo de produção e o tempo de circulação para a realização plena do mais-valor já criado. A edição ganha no Brasil textos adicionais inéditos selecionados por Rubens Enderle, especialista na obra de Marx e também responsável pela tradução da obra diretamente do alemão.

A edição da Boitempo é a primeira no mundo a basear-se no conjunto publicado recentemente pela MEGA-2 (Marx-Engels- Gesamtausgabe), instituição detentora e curadora dos manuscritos de Karl Marx e Friedrich Engels, considerada por estudiosos a edição definitiva d’O capital de Marx. Esses documentos, que nunca haviam sido traduzidos para o português, permitiram a reconstrução dos manuscritos em sua totalidade.

Além disso, o Livro II recebe o acréscimo de treze textos originais de Marx descartados por Engels em sua edição da obra. Os excertos compõem o apêndice da edição brasileira e dão um panorama único e nunca antes visto dos rascunhos iniciais de Marx, mostrando os seus primeiros passos para desenvolver conceitos-chave de sua teoria, como esquemas e processo de reprodução. Com a nova edição, o leitor tem a chance de debater a teoria marxiana a partir das impressões do próprio autor.

A edição da Boitempo indica as intervenções feitas por Engels na estrutura da obra – ou seja, na organização dos temas, na divisão das seções, dos capítulos (e subcapítulos) e nos títulos a eles eventualmente conferidos. O volume traz ainda um prefácio à edição brasileira, assinado pelo cientista político alemão Michael Heinrich, professor de economia na Universidade de Ciências Aplicadas, em Berlim, e colaborador na MEGA-2.

Em seu texto, Heinrich desmitifica a má fama do Livro II – a parte mais subestimada de O capital –, considerado uma leitura bastante árida sobre as formas cíclicas e os movimentos de rotação do capital. O Livro I é considerado uma obra prima, do ponto de vista tanto do conteúdo como do estilo; o Livro III aborda as relações concretas – lucro e crise, crédito e capital acionário – que determinam o cotidiano capitalista. E o Livro II? “Na realidade, esse volume tem uma enorme importância para a compreensão da crítica econômica marxiana – e por duas razões totalmente distintas: a primeira diz respeito à matéria nele tratada; a segunda, à posição que os manuscritos desse volume ocupam no processo de formação da obra magna de Marx. Sua importância está sobretudo em apresentar o capital como unidade dos processos de circulação e de produção”, afirma ele.

O professor de sociologia da Unicamp Ricardo Antunes defende que o Livro II de O capital oferece pistas para se compreender e atualizar a teoria do valor-trabalho, presente em fenômenos contemporâneos, como o papel predominante das tecnologias de informação, dos novos serviços e da produção imaterial. “Ao contrário do fim do valor, tão alardeado há décadas, o que o mundo produtivo vem presenciando é a expansão sem limites de novas formas geradoras do valor, ainda que sob a aparência do não-valor”, enfatiza Antunes.

O Livro II de O capital, será seguido pela publicação do Livro III, que trata do processo global de produção do capital, previsto para 2015.

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